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NINTENDOPLATAFORMAS

Esse jogo do Super Nintendo que traumatizou uma geração

Todo mundo tem uma presente de puerícia com um jogo que parecia impossível de zerar, que deixava a gente tenso pelo clima de terror, suando indiferente para passar de temporada ou simplesmente gorado. O Super Nintendo, com toda sua magia, também entregou verdadeiras obras de terror e dificuldade que marcaram a vida de muita gente. Se você jogou qualquer dos títulos inferior, sabe do que estamos falando. Cá vai uma lista com alguns dos jogos mais difíceis, sombrios ou perturbadores do SNES — aqueles que traumatizaram uma geração inteira (e que a gente governanta mesmo assim).

Super Ghouls ‘n Ghosts

Vamos iniciar com um verdadeiro pesadelo em forma de cartucho. Super Ghouls ‘n Ghosts é publicado por sua dificuldade absurda. Você controla Sir Arthur, um cavaleiro que perde a armadura com unicamente um hit e precisa enfrentar hordas de monstros, plataformas traiçoeiras e chefes infernais.

O pior? Quando você finalmente zera o jogo, descobre que precisa voltar tudo desde o início para pegar o item verdadeiro e ver o final real. Era de fazer qualquer rapaz chorar no cantinho da sala. E o ritmo do jogo não ajudava: cada pulo mal calculado era punição na certa.

Zombies Ate My Neighbors

Apesar do visual cartunesco e da pegada divertida, Zombies Ate My Neighbors escondia um gameplay caótico e difícil. Com dezenas de fases, inimigos bizarros (uma vez que bebês gigantes assassinos e clones de Jason), o jogo colocava você para salvar vizinhos antes que eles fossem devorados.

O jogo exigia revérbero, planejamento e muito sangue-frio. E o mais cruel? Se você deixasse todos os vizinhos morrerem, era game over definitivo. Inaugurar do zero depois de horas era uma dor real. E conforme os níveis avançavam, a sensação de desespero tomava conta — mormente com pouca munição.

Doom Troopers

Esse cá era pancadaria pesada. Doom Troopers tinha um estilo run and gun com gráficos cheios de sangue, membros voando e um clima de guerra apocalíptica. Parecia coisa de adulto, e talvez fosse mesmo. Quem jogava isso novinho provavelmente ficou com algumas imagens gravadas na cabeça.

A dificuldade era subida, os inimigos vinham em ondas e qualquer erro custava custoso. Era um daqueles jogos que fazia você repetir a mesma temporada várias e várias vezes. A trilha sonora sinistra e os cenários destruídos só aumentavam a sensação de tensão.

The Lawnmower Man

Fundamentado em um filme que já era meio estranho, The Lawnmower Man misturava fases de tiro lateral com segmentos em primeira pessoa estilo “verdade virtual”. Tudo muito estranho, com gráficos psicodélicos e uma jogabilidade travada.

As fases em 3D deixavam qualquer um enjoado e confuso, e os controles complicavam ainda mais. Era quase um experimento interativo. E não no bom sentido. Os chefes vinham do zero, e entender o que estava acontecendo na tela era um repto à secção.

Nosferatu

Pensa num jogo sombrio. Estrela da toga desta material, Nosferatu misturava elementos de Prince of Persia com terror clássico. Você era um herói tentando salvar sua querida das mãos de um vampiro, passando por castelos escuros, cheios de armadilhas e monstros.

Os controles eram lentos, mas exigiam precisão. A atmosfera opressiva, combinada com a dificuldade, fazia o jogo parecer mais pesado do que a pequenada estava acostumada. Poucos conseguiram zerar esse sem perder a sanidade no meio do caminho. O uso de sombras e trilhas tensas transformava cada galeria em uma prenúncio.

Blackthorne

Com uma pegada mais adulta e um protagonista que parecia saído de um filme de ação dos anos 90, Blackthorne era um plataformer tático com tiroteios intensos e um clima sombrio. O personagem podia atirar para trás, se esconder na sombra e expulsar inimigos com frieza.

Era um jogo mais lento, mas exigia reflexos afiados e memória para decorar cada rota. O visual era bonito para a quadra, mas onusto de uma atmosfera quase sufocante. A sensação uniforme de estar sendo observado e a trilha melancólica reforçavam o clima sombrio de vexame.

Outras menções que valem o susto

Alguns outros títulos não podiam permanecer de fora dessa seleção de traumas. Contra III: The Alien Wars é outro exemplo de dificuldade extrema, com inimigos vindo de todos os lados e fases em perspectiva que desafiavam até os jogadores mais experientes. Já Equinox assustava não pelo terror visual, mas pela trilha sonora misteriosa e quebra-cabeças desafiadores que exigiam concentração totalidade.

Outro que deixou muita rapaz perdida foi Shadowrun, com sua ambientação cyberpunk, jogabilidade densa e história contada de forma pouco amigável para os padrões da quadra. Era fácil se perder e desistir no meio do caminho.

E aí, qual te fez desligar o console?

Esses jogos marcaram uma geração não só pela jogabilidade ou pela história, mas pelas emoções que despertavam. Susto, frustração, repto e, evidente, aquele gostinho de superação quando conseguíamos passar de uma temporada ou derrotar um director.

Pode ser que hoje eles não pareçam tão assustadores assim, mas quem viveu sabe: esses jogos traumatizaram com estilo. E de alguma forma, a gente ainda sente um carinho por eles. Vai entender!

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