[Análise] The Midnight Walk: vale a pena?
Por Redação JogaPress — maio 22, 2025 | 0 comentários | 39 visualizações
Não é de hoje que a fantasia sombria tomou conta dos corações do público mais jovem. Com narrativas equilibradas, bons graus de tensão e lições muito valiosas, elas não somem sem deixar rastros na vida de cada um que dá uma chance para explorá-las.
Filmes uma vez que Coraline e o Mundo Secreto e O Estranho Mundo de Jack, e jogos uma vez que Little Nightmares e Lost in Random deixaram padrões altos, mas ao mesmo tempo inspiraram desenvolvedores e produtores a buscarem seus próprios caminhos nesse meio.
The Midnight Walk, do estúdio sueco MoonHood, fundado por criadores de Fe, é mais uma surpreendente soma à família da fantasia sombria. E dessa vez, temos uma experiência enxurro de personalidade e com uma abordagem muito, mas muito emocionante.
Em um ano onde os indies parecem estar levando vantagem em cima dos AAA, o novo game para PS5 e PS VR2 é um título que merece muito sua atenção. E por tudo que foi mostrado neste ano de 2025, nós aparentemente estamos vivendo um próximo surto criativo.
A última labareda
Renascida uma vez que o Burnt One, uma figura misteriosa desperta em um mundo onde o sol desapareceu, mergulhando tudo em negrume. Porém, ele não está sozinho: um pequeno pote o acompanha durante a jornada, carregando o que parece ser a última labareda.
Agora, eles devem partir em uma façanha por florestas sombrias e desertos congelados, enquanto enfrentam monstros criados pelas trevas e ajudam habitantes excêntricos que precisam de soluções para seus problemas.
O caminho é pleno de obstáculos, mas o Potboy está pronto para trabalhar ao lado do Burnt One em quebra-cabeças e outros tipos de desafios. Seu lume ainda aquece o coração e a preceito de ambos — mas até quando ele permanecerá aceso?
The Midnight Walk é uma façanha narrativa de quebra-cabeças baseada em fantasia sombria. O título é comportável tanto com versão plana quanto com dispositivos de veras virtual, trazendo mecânicas adaptadas para cada uma delas.
O título possui uma campanha que leva de 6h a 8h para ser concluída, contendo diversos colecionáveis — entre eles alguns que homenageiam o lindo trabalho artesanal dos desenvolvedores.
Enquanto exploram The Midnight Walk, os jogadores coletam bonecos de barro de cada um dos personagens e inimigos no game. Essas versões digitalizadas destacam, com detalhes, o mundo escultural do game, um tanto que labareda a atenção pelo proporção de originalidade.
E isso é o que não falta no jogo: originalidade. A experiência pode ser simples e até mesmo bastante objetiva, mas a arte do mundo e a forma uma vez que a história é contada são elementos belíssimos, tornando a façanha muito mais imersiva, caprichada e original.
Ou por outra, há uma certa musicalidade no jogo. Os diálogos riquíssimos em substância e a narração se destacam por terem um ritmo semelhante ao dos contos de fadas, mas desta vez se distanciando da Disney e se aproximando dos irmãos Grimm.
Infelizmente, expressões, rimas e trechos podem ser prejudicados devido à falta de localização em português do Brasil. Isso não afeta tutoriais, que são muito intuitivos, mas pode mudar o impacto da mensagem de concórdia com o proporção de instrução do jogador.
Carisma e sombras
The Midnight Walk se divide em cinco capítulos principais e um prólogo, onde cada um deles introduz novos sistemas de exploração e de quebra-cabeças. Isso impede que a exploração linear se torne cansativa e desafia os jogadores a se adaptarem continuamente.
Às vezes, os obstáculos são monstros perseguidores; outras são barreiras ambientais. Cada elemento exige sua própria forma de ser solucionado — mas todos os instrumentos estão ali em suas mãos. E um deles é extremamente carismático. Bônus de até R$ 3.500 no cadastro Ganhe 20 giros grátis ao se cadastrar no p74.com
Potboy tem de tudo para engrenar uma vez que um novo mascote. Jocoso, ele não unicamente dá pistas sobre qual caminho seguir, mas é o catalisador para a solução de vários problemas.
Suas habilidades incluem esquentar o protagonista em tempestades de neve, remover trevas com sua luz, conflagrar palitos de fósforo e velas e ajudar a interagir com vários NPCs, que parecem estar muito interessados na história e na sobrevivência do personagem.
As animações do Potboy em The Midnight Walk são muito bonitas e fluidas. Ele dá tchau, labareda sua atenção, se esconde de monstros, corre, dorme, grita, sorri… tudo depende do momento em que a trama se encontra. Mas cada uma delas é muito caprichada.
Ou por outra, ele funciona muito muito uma vez que um companheiro. As histórias do game são melancólicas e alguns cenários são muito claustrofóbicos. Porém, poucos passos à sua frente, uma pequena indivíduo sorri, te espera e ilumina teu caminho.
Quanto às mecânicas de jogo, você pode passar, atirar, conflagrar palitos de fósforo, furar portas e compartimentos, e, simplesmente, fechar seus olhos.
Uma veras para além da visão
Mecânica fundamental de The Midnight Walk, fechar os olhos é o momento em que o jogo destaca todo seu potencial de som. Naturalmente, o design de áudio já óptimo, mas cá a MoonHood foi muito além.
Através de técnicas espaciais, esse recurso permite encontrar segredos, interagir com olhos e encontrar pontos de interesse pelo mundo. Uma vez que funciona? Simples. Exclusivamente feche seus olhos e escute de onde o fragor vem.
Além do trabalho sonoro, a funcionalidade também se integra com os recursos do DualSense e do PS VR2 para prometer uma mergulho absurda. E por incrível que pareça, deixar tudo escuro não assusta — mas sim, tranquiliza e dá um conforto quase supremo.
Nessa abordagem, aliás, é onde consiste a principal mensagem de The Midnight Walk. Nem todas as respostas estão diante de seus olhos: às vezes, você precisa admitir a negrume e dar um salto da fé para encontrar coisas surpreendentes e inimagináveis.
A decisão criativa também acompanha muito muito tanto a estética quanto o design do jogo. Claramente não é um recurso largado, mas sim um tanto que agrega à narrativa e ao noção de uma estirão à meia-noite.
Tudo isso, coligado à óptimo trilha sonora, deixa a experiência de The Midnight Walk bastante acolhedora. Simples, há momentos assustadores e tensos (com flertes ao terror visual), mas zero que afete a jornada até mesmo dos mais medrosos.
The Midnight Walk: vale a pena?
The Midnight Walk é mais um lançamento surpreendente neste ano onde os jogos indies vêm reinando. A façanha do Burnt One e do Potboy é extremamente carismática, consistente e emocionante, sendo capaz de arrancar umas boas lágrimas e risadas.
Ou por outra, seu gameplay conseguível não contrasta com os elementos de terror, que marcam presença no game, mas de forma pouco apelativa. A todo momento, o título introduz novas histórias e personagens, focando na solução conjunta e no largo siso coletivo.
Mesmo com a teoria de luz contra trevas, The Midnight Walk é um jogo sobre o muito e sobre a capacidade de ajudar os outros em um mundo onde a esperança é unicamente uma fagulha. E tanto uma vez que mensagem quanto uma vez que jogo, o título funciona muito muito.
Seu preço pode estar um pouco salso na PS Store, mas com os aumentos de preços e as novas tarifas, infelizmente é uma tendência que acabaríamos por enfrentar. Mas nesse caso, vale a pena você investir um pouco mais em um tanto que certamente será memorável.
E quando toda a luz em seu mundo se extinguir, não esqueça que uma pequena labareda ainda brilha, mesmo que seja invisível à sua frente. E caso você a encontre, ela se revelará uma vez que o sol que tornará tudo belo outra vez. Nunca desista.