Normalmente assumimos uma série de informações quando compramos um jogo de quebra-cabeças. Seus conteúdos podem ser instigadores, mas normalmente há previsibilidade — alguma coisa que o mercado parece cada vez mais resistente para contornar.
E tudo muito quem é nicho. Pode assumir. Não iremos te julgar por isso. Mas está evidente que jogos muito feitos são sempre bem-vindos. E quando eles oferecem experiências inteligentes e complexas — mas super agradáveis —, não há quem diga: detesto esse tipo de jogo.
Esses parágrafos não são um mistério, mas sim uma reflexão sobre o que Blue Prince significa. O novo puzzle game da Dogubomb é uma verdadeira preciosidade, capaz de viciar mesmo os mais preguiçosos em poucos minutos. Há alguma coisa próprio nesse título.
Você aceitaria essa legado?
Um jovem herdeiro recebe uma legado peculiar: uma mansão misteriosa chamada Mt. Holly, deixada por seu excêntrico tio-avô que faleceu recentemente. No entanto, há uma requisito para tomar posse da propriedade: encontrar a Sala 46, um cômodo secreto que supostamente existe além das 45 salas conhecidas da mansão.
Ao chegar ao sítio, ele descobre que a mansão não é uma construção geral. Seus corredores e quartos mudam continuamente, rearranjando-se a cada novo dia. A missão é explorar esse envolvente em metódico transformação e desvendar os segredos da residência e a história por trás dela.
Você conseguirá chegar ao quarto 46 e desvendar toda o pretérito por trás do vetusto possuidor? Mais além: quantos dias demorará para transpor a moradia e ter todos os segredos à sua frente?
Blue Prince é um jogo de proeza e quebra-cabeças desenvolvido pela Dogubomb. O título conta com perspectiva em primeira pessoa e mecânicas simples de interação, com uma campanha que pode insistir de 1h a até muito mais que 40h.
O título traz fortes referências do gênero roguelike, com atualizações permanentes na moradia, upgrades de quartos e sistema de renovação de layout a cada run perdida. Porém, é no estilo “jogo de tabuleiro” onde ele mais brilha.
Basicamente, Blue Prince funciona dessa forma: você tem 45 espaços em branco e deve conectá-los até chegar à antecâmara. Porém, os cômodos variam consideravelmente em propriedades, com alguns deles sendo becos sem saída e outros tendo até quatro portas.
Assim, interligá-los é somente um dos caminhos para o sucesso, pois o game traz um poderoso apelo estratégico. Quanto mais runs você completa, mas se familiariza com o que é importante em termos de recursos, muito uma vez que com os quartos que podem te ajudar.
Um puzzle game multíplice, mas extremamente viciante
A teoria de Blue Prince é muito simples. Basicamente seus comandos são sobre interações, com o X sendo o único funcional para explorar Mt. Holly. Para aliás, é verosímil somente decorrer e, logicamente, rodopiar a câmera para observar os periferia.
Outrossim, a teoria de montar sua própria residência é muito intuitiva e objetiva. Você escolhe seu caminho, quais itens coletar, quais rotas percorrer e de que forma deseja explorar. Não há restrições ou direções corretas: o seu instinto (e sorte) te guiarão.
Para proceder, o protagonista pode coletar moedas (para comprar itens úteis), joias (para destravar salas de maior raridade), chaves (para furar portas e baús trancados) e ferramentas (uma vez que pás, marretas, detector de metais e mais). Porém, isso muda a cada dia.
A adaptabilidade em Blue Prince é uma exigência metódico: você precisa estar prestes para as frustrações. Mas nunca conclua uma run se permanecer atilado aos seus periferia. As pistas para progredir estão literalmente em todos os cantos.
Quadros, artes, documentos, estruturas, livros, fotografias… Todos esses coletáveis servem para alguma coisa. Há quebra-cabeças mais diretos, uma vez que o de atingir as frases que falam a verdade e que mentem, mas os “ambientais” são muito mais profundos.
Blue Prince não é um jogo pequeno e sequer é um jogo fácil. É necessário pensar… mas pensar muito. Porém, assim uma vez que nos jogos souls, desvendar a estratégia correta para progredir, por conta própria, é alguma coisa absolutamente satisfatório. E isso acontecerá bastante.
O problema? Para os gringos talvez não haja. Mas para os brasileiros, é alguma coisa crítico: a falta de localização em português do Brasil. São muitas cartas, livros densos, charadas, trocadilhos, brincadeiras com rimas… e isso somente em inglês é muito prejudicial. Atrapalha.
O quebra-cabeça que todos sonhamos
Não poderia subsistir entretítulo melhor que esse. Blue Prince é um jogo que te fará sonhar bastante. O game é tão instigante e motivador que te prenderá por horas — talvez dezenas de horas.
Há alguma coisa muito próprio no projeto. Seja seus visuais belíssimos animados a mão, a trilha sonora que muda a cada quarto revelado, uma atmosfera de suspense que paira no ar ou o próprio concepção de invenção: alguma coisa mais muito feito que os melhores board games.
Blue Prince também conta com muitas telas de registros, permitindo visualizar cada run anterior e aprender com ela. Outrossim, uma sala próprio salva notas importantes, transmitindo a teoria de que zero feito em Mt. Holly é em vão.
Uma vez que os quebra-cabeças são complexos e muito desafiadores, o título funciona muito muito uma vez que uma experiência comunitária. Durante os testes, por exemplo, tivemos a oportunidade de conversar com outras pessoas para encontrarmos juntos as soluções.
E muitas vezes essa interação arranhou somente a superfície. Foram necessárias várias cabeças pensantes para encontrar a primeira letra de uma vocábulo composta por sete, por exemplo. E nesse sentido as águas seguem: é alguma coisa realmente muito interessante.
O fator replay do jogo também é contra-senso. São inúmeras salas, ferramentas e interações, tornando praticamente impossível um dia se tornar igual ao outro. Outrossim, Blue Prince é reforçado com puzzles secundários e conteúdos endgame.
Blue Prince: vale a pena?
Blue Prince é um game que quanto menos souber sobre, melhor. Com uma progressão orgânica, jogabilidade super aprazível e concepção único, o game parece tornar todos os outros jogos de quebra-cabeças obsoletos e datados.
A sensação de invenção impressiona, muito uma vez que as infinitas possibilidades de layout na mansão. Outrossim, a riqueza de itens, os caminhos alternativos e os documentos te passam a sensação de isolamento, mas uma vez que se existisse alguma coisa na cada guiando seus passos.
A falta de localização em português do Brasil prejudica. E muito. Alguns puzzles somente são compreensíveis em inglês e há uma poderoso exigência para o domínio da língua. Dessa forma, por força maior, não há uma vez que recomendar caso você não tenha essa especialidade.
Além do quê, Blue Prince não é alguma coisa para ser jogado com detonados online ou guias do YouTube. Seu espírito roguelike não permite isso, enquanto a grande alegria no game é encontrar soluções sozinho, ou ao menos em grupos fechados de amigos.
Porém, caso você curta o estilo ou simplesmente esteja procurando alguma coisa criativo e original, o título da Dogubomb é o diamante dentro de um baú vasqueiro. Ele lhe surpreenderá do início ao termo, sem ser fadigoso, exaustivo ou frustrante.
Previsto para chegar nesta semana, o game também ficará disponível para assinantes PS Plus Extra e Deluxe. Aproveite seu projecto para dar uma chance ao projeto indie, pois há um carinho impresso em cada parede de Mt. Holly. Cabe a você explorá-la.