Falta pouco para os sinos da caçada ecoarem novamente. Em 28 de fevereiro, Monster Hunter Wilds chega ao PS5, Xbox Series e PC, pronto para testar a coragem de todo caçador que já provou ser um herói.
Dessa vez, a Capcom afiou suas lâminas e entregou o que promete ser o vértice da franquia: um mundo selvagem onde cada passo é uma dança com o risco, e cada troféu, uma mito a ser contada. Oriente é o maior e mais cobiçoso capítulo da série.
Monster Hunter Wilds estreia na atual geração de consoles trazendo tudo que os fãs sempre sonharam: ambientes incríveis que parecem vivos, batalhas épicas que vão mexer com a memória dos veteranos e um arsenal de novidades que tornam leste, sem sombra de incerteza, potente candidato ao GOTY.
Problemas nas Terras Proibidas
Em Monster Hunter Wilds, você assume o papel de um caçador experiente enviado às Terras Proibidas, uma região isolada e indomada que desafia a própria sobrevivência humana.
Escoltado por aliados leais e o Amigato, sua missão começa uma vez que uma expedição de pesquisa, mas logo se transforma em uma luta desesperada para desvendar os segredos de um ecossistema à ourela do colapso.

Mistérios antigos e forças desconhecidas espreitam nas sombras, enquanto a risca entre predador e presa se torna cada vez mais tênue. Parta em uma proeza que mistura exploração, sobrevivência e o peso de escolhas difíceis, tudo com a clássica emoção da caçada.
Desde o primeiro vislumbre dos mapas de Monster Hunter, fica evidente que os ambientes são protagonistas tanto quanto os monstros. Estamos falando de ecossistemas dinâmicos, com ciclos de clima que mudam em tempo real — de tempestades de areia que obscurecem a visão a chuvas torrenciais que alteram o terreno.

Esses mapas não são exclusivamente bonitos (e, sim, são incríveis graças à RE Engine), mas oferecem inúmeras oportunidades de interação. A sensação é de estar em um mundo que respira, reage e recompensa a originalidade.
Você pode derrubar rochas sobre um monstro, usar armadilhas naturais uma vez que sapos soníferos ou até aproveitar o vento para planar com seu Seikret, o novo montador que substitui os Amicães de Rise.

Monstros e missões aos montes
Monster Hunter World já tinha uma quantidade generosa de criaturas, prepare-se: Wilds eleva isso a outro nível. São dezenas de monstros, desde novatos uma vez que o temido Arkveld, o dragão branco flagship do jogo, até retornos triunfais uma vez que Mizutsune, confirmado para o primeiro update gratuito na primavera de 2025.
Cada um traz comportamentos únicos, interações com o envolvente e desafios que exigem estratégias distintas. As missões? Um catálogo sem razão de opções, desde caçadas solo até embates multiplayer que testam estratégias com amigos. Há sempre um tanto para fazer, seja explorar os mapas gigantescos ou enfrentar uma horda de feras em sequência.

E pela primeira vez na série, a narrativa de Monster Hunter Wilds não é exclusivamente um tecido de fundo — ela é uma atração principal. A trama acompanha um caçador e seus aliados em uma expedição às Terras Proibidas, um território selvagem e hostil onde humanos e monstros disputam sobrevivência.
Cutscenes cinematográficas, dublagem completa (inclusive para o seu Amigato) e uma trilha sonora marcante — com o clássico “Proof of a Hero” no trailer de lançamento — criam uma submersão nunca vista.

A história explora os mistérios do Espectro Branco e o estabilidade frágil desse ecossistema, entregando um enredo intrigante que mantém novatos e veteranos investidos entre uma caçada e outra.
Gameplay profundo e adaptativo
O coração de Monster Hunter sempre foi seu combate, e Wilds entrega um gameplay variado, profundo e altamente adaptativo. As 14 armas clássicas retornam, cada uma com novos movimentos e combos que ampliam as possibilidades táticas.
A introdução do Foco é um divisor de águas: com ele, você mira com precisão em pontos fracos ou feridas, desencadeando ataques focados devastadores que abrem lacerações sangrentas nos monstros.

Esse sistema de feridas, coligado a mecânicas uma vez que o Cabinseto atualizado e o uso estratégico do Seikret, dá uma categoria extra de estratégia e dinamismo. É visceral, é brutal, e é tudo o que os fãs hardcore pediam.
Monster Hunter Wilds também é o jogo mais conseguível da história da franquia. A Capcom implementou incontáveis recursos para prometer que todos possam caçar: desde um modo fácil com assistência automática até opções de tratamento inteligente que ajustam a potência do item ao dano sofrido.

Há tutoriais muito integrados, dicas contextuais e até a possibilidade de pausar o jogo no modo solo online — um mimo para quem quer jogar no próprio ritmo. Isso sem falar na integração com o DualSense do PS5, que brilha com gatilhos adaptáveis e feedback háptico que torna cada golpe ou rugido de monstro palpável.
Batalhas épicas que ficam na memória
As lutas em Monster Hunter são um espetáculo à secção. Enfrentar criaturas grandes em desertos varridos por tempestades ou duelar com Nerscylla e Hirabami nas terras congeladas é sempre provocador.
Essas batalhas são introduzidas de forma épica, com cinemáticas caprichadas e um concepção visual que combina trilha sonora, retrato, visuais e sistema de áudio com sublimidade. Alguns desses momentos, inclusive, certamente mexerão com veteranos.

A graduação é imensa, os monstros são implacáveis, e o trabalho da Capcom em torná-los visualmente impactantes (com feridas visíveis e reações realistas) eleva cada confronto a um nível de emoção raramente visto na franquia.
Novidades que transformam a caçada
Além do Foco e do sistema de feridas, Monster Hunter Wilds traz uma série de mecânicas que rejuvenescem a fórmula tradicional. O Seikret permite carregar uma segunda arma para trocar em tempo real, os acampamentos pop-up facilitam a exploração, e os monstros agora interagem entre si com mais frequência, criando emboscadas naturais ou confrontos gigantes entre si.
A Capcom também ajustou o ritmo das caçadas, equilibrando a velocidade de Rise com a densidade de World. Isso resultou em uma experiência mais manipresto e consistente, mas sem perder em termos de impacto, submersão e sensação de recompensas.

O estúdio também não mediu esforços para prometer que Monster Hunter seja uma experiência fluida em todos os modos. No PS5, tanto o modo Fidelidade (4K com detalhes absurdos) quanto o modo Desempenho (60 FPS estáveis), e ambos impressionam. Ou por outra, o Equilibrado garante uma experiência sólida, onde performance e gráficos funcionam muito muito.
Sem travamentos, quedas de frame ou bugs perceptíveis, o jogo roda uma vez que um idealizado pela Capcom e pelos jogadores, mesmo nas batalhas mais caóticas com múltiplos monstros na tela e diversos efeitos ambientais.

Monster Hunter Wilds: vale a pena?
Monster Hunter Wilds é o vértice de duas décadas de evolução. É o melhor jogo da franquia por combinar ambientes incríveis, uma quantidade absurda de teor, uma história cativante e um gameplay que atinge o estabilidade perfeito entre acessibilidade e profundidade.
O óptimo trabalho da Capcom transparece em cada pormenor — da otimização impecável à integração genial com o DualSense, passando por batalhas que ficarão marcadas na memória de todos os hunters. Com atualizações gratuitas já planejadas e um mundo que parece infinito, leste é o Monster Hunter definitivo.

Disponível por R$ 331,90 na PS Store (edição padrão), Monster Hunter Wilds oferece uma campanha robusta e horas incontáveis de desafios endgame. Veteranos vão se emocionar com o retorno de clássicos repaginados, enquanto novatos encontrarão o ponto de ingressão perfeito para a série.
Se você está contando os dias para justificar sua paixão por caçar monstros, ele chegou — e é selvagem, homérico e rememorável.